chiquinhoReprodução/Youtube

Os motivos ainda não estão claros, mas a Igreja Católica, tão resistente a entrar em polêmica, deu o famoso tiro no pé, ao confirmar mudanças de alguns padres da região.

O caso mais estranho e ruidoso é o do monsenhor Francisco Leite, o padre Chiquinho. Próximo de completar 49 anos à frente da Paróquia São Judas Tadeu, sua transferência para a Pompeia causou espanto em  fieis católicos, evangélicos, espíritas, religiosos em geral e em até em quem não acredita em nada. Conseguiu unir toda a comunidade do Marapé.

Não, não sou católico, mas só um idiota não admite a importância do padre no dia a dia do bairro. Difícil encontrar algum morador dali que não tenha alguma história de vida com o padre Chiquinho, para o bem  ou para o mal.

Até o fato dele de posicionar politicamente o diferencia dos que procuram não se envolver com “esse tipo de coisa”.

Uns falam que a mudança foi provocada pela atitude por pessoas próximas ao padre ou mesmo pela Diocese ter passado a trocar os padres de lugar a cada seis anos.

A caminhada pela manutenção do religioso começa nesta quinta-feira, às 20h30, na quadra da União Imperial, escola de samba da comunidade.Vai ter entrada de graça no ensaio e o início de um abaixo-assinado que parece que mexeu com quem nunca ficou calado.