Lei é sancionada e o “Governo do Amor” não pode ter mais casais apaixonados na Administração Pública

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O assunto foi falado aqui em fevereiro de 2017 e causou mal-estar dentro do governo Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). Alguns secretários da sua administração estavam com as mulheres nomeadas em cargos comissionados. Houve chiadeira por parte de alguns envolvidos, pois, atualmente, é quase impossível viver em Santos com um módico salário de R$ 20 mil por mês, por isso, a necessidade de empregar suas competentes esposas num carguinho para garantir uns R$ 10 mil a mais no orçamento, pois não está fácil para ninguém.

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Trabalho com menores foi determinante para prisão em flagrante de acusado de pedofilia

O fato do educador-auxiliar voluntário Leonardo Ribeiro Fernandes, de 33 anos, trabalhar diretamente com crianças e a possibilidade de apagar as provas contra ele pela acusação de pedofilia foram determinantes para a prisão em flagrante, sem direito à fiança e encaminhamento à Cadeia Pública de Santos,na última quinta-feira.

Leonardo trabalha no Cais Professor Milton Teixeira, dentro do Programa Escola Total, da Prefeitura Municipal de Santos, que atende mais de 3 mil crianças por semana. Este projeto funciona no contraturno do horário escolar e um dos seus objetivos é minimizar os participantes à exposição a riscos sociais. Algo parece que deu errado.

Ele atuava lá desde fevereiro deste ano, após ter se habilitado em processo seletivo da Secretaria de Educação de Santos. A Prefeitura garante que não existe qualquer ocorrência envolvendo sua atuação.

O educador foi preso na quinta-feira passada, na Ponta da Praia, depois que o pai de um adolescente de 13 descobriu um encontro com intenção sexual entre o rapaz e o monitor. Na casa do acusado, a Polícia apreendeu uma CPU de um computador que continha vídeos de menores fazendo sexo e o celular que com fotos de crianças e conversas com teor pornográfico.

Publicamente, a Prefeitura de Santos não se manifestou sobre a prisão do acusado de pedofilia dentro de um projeto sob sua responsabilidade, se está fazendo algum tipo de acompanhamento ou sobre a existência de outros menores que foram assediados por Leonardo depois da detenção. Como estarão os pais das crianças que frequentam o Cais Milton Teixeira diante desse fato?

Ao Blog Santos em Off, a Secretaria de Educação informou que Leonardo Fernandes foi afastado imediatamente da função que exerce como forma preventiva, a fim de proteger e preservar os alunos.

Por falar em Programa Escola Total, o Blog Santos Em Off obteve a informação que a Prefeitura de Santos, que anda atolada em dívidas, está suspendendo o transporte das crianças das escolas que estudam dentro da Cidade para o Programa Escola Total, no Cais Milton Teixeira, tornando a participação quase impossível, por tratar-se, na sua maioria, por famílias pobres.

Agradecimento

O Blog Santos Em Off foi criado em dezembro de 2016. Nesta segunda-feira, depois da publicação de 177 textos, chegamos à marca de 105 mil visualizações. Fica aqui meu agradecimento a todos que apoiaram este projeto e a promessa de continuar exercendo com dignidade a profissão de jornalista. A conferir.

Acusado de pedofilia trabalhava com milhares de crianças em projeto da Prefeitura de Santos

A notícia foi publicada, mas pareceu, infelizmente, um corriqueiro caso de pedofilia. Em alguns lugares, o acusado apareceu como motorista ou instrutor de escola em local desconhecido, mas na verdade, Leonardo Ribeiro Fernandes, de 33 anos, é educador-auxiliar voluntário, no Cais Professor Milton Teixeira, dentro do Programa Escola Total, da Prefeitura Municipal de Santos. É isso mesmo. Um acusado de pedofilia trabalhava dentro do projeto da Prefeitura que atende mais de 3 mil crianças por semana.

Ele atuava lá desde fevereiro deste ano, após ter se habilitado em processo seletivo da Secretaria de Educação. A Prefeitura garante que não havia qualquer ocorrência envolvendo sua atuação.

Leonardo foi preso na quinta-feira passada, na Ponta da Praia, depois que o pai de um adolescente de 13 descobriu um encontro entre o rapaz e o monitor.

O que causa estranheza é que a Prefeitura de Santos, simplesmente, comprou a versão da imprensa e não se deu ao trabalho de informar publicamente que o acusado convivia diariamente mais 12 mil crianças por mês e que possam existir outros casos semelhantes ao que acarretou a prisão do monitor. Como estarão os pais das crianças que frequentam o Cais Milton Teixeira?

Ao Blog Santos em Off, a Secretaria de Educação informou que Leonardo Fernandes será afastado imediatamente da função que exerce como forma preventiva, a fim de proteger e preservar os alunos.

Escola Total

O Programa Escola Total surgiu em 2006, com o desafio de implementar a Educação Integral no município de Santos. A Educação Integral tem sido um ideal presente na legislação educacional brasileira e nas propostas voltadas à educação em nosso município. A ampliação do tempo na escola não garante por si só a integralidade do desenvolvimento do aluno. Faz-se necessário promover a sua essência e construir uma educação que emancipe e forme o indivíduo em uma perspectiva humana global que considere suas necessidades educativas e sociais.

A educação integral prevê uma nova organização curricular que compreenda as necessidades da comunidade escolar, propicie a participação comunitária, valorize as características do entorno em uma gestão democrática e emancipatória.

A qualidade do atendimento às crianças e aos jovens no Programa Escola Total é garantida pela diversidade de vivências que tornam a experiência inovadora e sustentável, por meio de atividades e oficinas lúdico-pedagógicas nas áreas de esportes, arte e cultura, minimizando sua exposição a riscos sociais e, consequentemente, melhorando seu rendimento escolar.

Cais

O Cais Milton Teixeira, localizado na Avenida Rangel Pestana, 150, ao lado do Arena Santos, no bairro Vila Mathias, é um polo de formação que tem se destacado na qualificação de pessoas da cidade e revelado a vocação para a arte em muita gente. O complexo abriga os cursos do Núcleo de Formação do projeto Fábrica Cultural, com alunos das escolas de Música, Artes Visuais e Artes Cênicas (teatro e dança).

Com área de 4.230 m² e mais 5 mil m² de espaços externos, o equipamento, que recebe mais de 3 mil alunos por semana, é composto por três edificações. O bloco A tem 12 salas de multiuso, refeitório, cozinha, despensa, área de convivência e banheiros. O B abriga o setor administrativo, no térreo, e um auditório, no piso superior. O bloco C é formado por três salas de música e duas de dança, tablado para atividades diversas, galeria e sala de desenhos, setores administrativos, copa e banheiros.

O espaço, integrado ao ginásio Arena Santos e a salas de aula, em prédio anexo, do Programa Escola Total/Jornada Ampliada, possibilita o intercâmbio entre as secretarias de Cultura, Educação e Esportes. A conferir

 

 

 

Sindicato aponta que Prefeitura de Santos deve R$ 6 milhões à Capep e esclarece suspensão de atendimento na Santa Casa

A Prefeitura de Santos deve R$ 6 milhões à Caixa de Assistência ao Servidor Público Municipal (Capep), que deixou de pagar o convênio com o hospital Santa Casa, prejudicando cerca de 26 mil trabalhadores. A informação é do presidente do Sindicato do Funcionalismo Estatutário de Santos (Sindest), Fábio Marcelo Pimentel, que estuda a possibilidade e cobrar judicialmente esse valor.

O Sindest soube da dívida por parte do conselho administrativo da Capep, que cobrou informações de seu presidente, Eustázio Alves Pereira Filho, por meio de documentação interna. O diretor do Sindest e conselheiro da Capep José Antônio Ferreira diz que “o conselho forçou um parecer transparente da presidência porque havia desconfiança de que algo estava errado”.

A documentação, segundo Fábio e Ferreira, foi entregue por Eustázio aos conselheiros em reunião extraordinária na manhã desta quinta-feira (17). Até então, a Capep alegava não poder repassar a mensalidade variada e aproximada de R$ 700 mil porque a Santa Casa não tem certidão negativa de débitos (cnd).

Fábio e Ferreira acham que Eustázio deveria ter denunciado a dívida da Prefeitura antes de ser cobrado pelo conselho, alertando inclusive ao prefeito sobre a possibilidade de cobrança judicial. Segundo eles, a Capep é mantida com contribuições de 4% e 3% da folha de pagamento, respectivamente pela Prefeitura e pelo funcionalismo. “O não repasse desse dinheiro para a Capep consiste numa ilegalidade digna de punições judiciais diversas”, adverte Fábio. E Ferreira completa: “Isso vai além de pedaladas fiscais”.

Empresário do futebol e grupo de torcedores do Santos se juntam e obra em homenagem a Zito vai sair do papel

A obra, como tantas outras, foi anunciada com pompa e barulho pela Prefeitura de Santos, mas tudo que envolve o Poder Público e dinheiro, ou a falta dele, como neste caso, fica só na vontade.
A Administração Pública anunciou em maio do ano passado que faria um monumento no bairro da Vila Belmiro, na esquina das Ruas Princesa Isabel e Antônio Malheiro, perto dos portões 7 e 8 do Estádio Urbano Caldeira, para homenagear José Ely de Miranda, o Zito, capitão do eterno esquadrão do Santos nos anos 60.
O objetivo era deixar a marca do ídolo do Peixe num dos principais pontos de encontro da torcida alvinegra nos dia que o Peixe joga em casa.
Mas como a política vive de promessas não cumpridas, a obra, que tinha previsão de três meses para ficar pronta, não saiu do papel.
Passado mais de um ano, uma ação capitaneada pelo empresário de futebol  Luiz Taveira ajudou a resolver o problema. Ele encontrou  um grupo de torcedores santistas que se propôs a fazer uma “vaquinha” e depositou o dinheiro na conta do escultor, deixando claro que essa era uma obrigação da Prefeitura de Santos.  Assim não existe mais desculpa para deixar o ídolo santista sem sua merecida homenagem.  A obra vai ser feita.
Agora finalmente deve sair a  escultura em bronze do craque em tamanho natural em uma base de concreto armado, que terá em seu entorno um banco, rampa de acesso para pessoas com necessidades especiais e piso de pedra.
Eterno capitão
José Ely de Miranda nasceu em Roseira, Interior de São Paulo, em agosto de 1932. Aos 20 anos, o volante chegou ao PEIXE, única camisa que defendeu com exceção do Taubaté, onde foi revelado. Conhecido pelos companheiros de time como “gerente”, era o líder do time da Vila dentro de campo.
Zito atuou no clube por 15 anos, jogando 733 partidas e marcando 57 gols. Entre as suas principais conquistas estão os títulos mundiais e da Libertadores de 1962 e 1963 e, com a Seleção Brasileira, o bimundial, em 1958 e 1962. O eterno capitão faleceu aos 82 anos, no dia 14 de junho de 2015. A conferir.