Parece simples, o futebol tornou uma vitrine mundial, assistimos estratégias incríveis de treinadores agregados a talentos individuais em contraponto, a ideia de coletividade é instigante, ao perder todos sofrem e ganhar os mesmos sorriem.

Agregar o espírito de coletividade é desafiante e nos ensina, precisamos conhecer muito bem quem esta ao nosso lado e saber ao tocar de calcanhar, exista alguém para apoiar a jogada, como uma orquestra, que tem os sons afinados sublimemente, criando um tom único sem ruídos, primor de liderança inspiradora.

No outro vértice os torcedores e as empresas que investem alto para divulgar seus produtos de forma sublimar, induz a eles a adquirirem e vestirem dos pés a cabeça, tornando-se um patriota, onde irá durar até o momento, que a nossa Seleção estiver na disputa, neste ínterim existe uma torcida para que a equipe canarinho alcance o último dia do torneio.

Não estou aqui fazendo uma crítica  e sim propondo uma reflexão!

Porque apenas vestimos a amarelinha e agarramos com fervor, gritando para a Seleção, para ganhar mais um título mundial e depois tudo passa, voltamos a vestir as mesmas roupas, simplesmente deixando-a guardada, inclusive até as atitudes de amor à Pátria.

A verdade é, após o seu término, a camisa muda de cor, deixamos de ser solidários e voltamos à bolha de individualidade e ostentação pessoal, onde a premissa maior é o “ter”, deixando o “ser” que encanta a todos na época da Copa do Mundo.

Sobre a proposta do tema, é verdade a Copa contagia a todos, por mais que nos tornamos patriotas neste período curto do tempo, as diferenças são eliminadas ao ver a Seleção canarinho encantando nos gramados ao mostrar que somos os melhores, porém, não só de futebol que uma Nação sobrevive e, sim, pelas atitudes que elas promovem nas pessoas.

Tomara a Deus que possamos ter a resiliência em aprender e estudar as histórias que vão ser contadas e assistidas nas telas de todo o País, a partir desta quinta-feira, na Rússia.

Que as nações possam respeitar uma a outra na busca de um jogo limpo em todo o Planeta e seus líderes aproveitem para aproximar as fronteiras, num compartilhamento único na busca de uma sustentabilidade mundial e a preocupação no meio ambiente social dos povos, principalmente nos países que precisam de ajuda.

A nós brasileiros, uma grande chance para aprender novas estratégias, exemplos de liderança, resiliência, cooperativismo e coletividade agregado à preocupação com o próximo aliado à emoção das torcidas ao transferirem suas energias para dentro de campo, num lindo coro de amor ao seu país, independentemente da sua classe social buscarmos em conjunto trabalhar para agregar mais empregos e crescimento mútuo para todos.

Será que vamos ser a “Pátria das Chuteiras”, com dizia “Nelson Rodrigues”, ou evoluímos!

Tomara que possamos incluir a educação e a sustentabilidade, criando um meio ambiente social favorável a todos.
Bons aprendizados!

Conte sempre com a #eusoudarededobem, vamos nos ajudar, encerrar os ciclos que impede de buscar a felicidade.

Em tempo: Foi lançado novo clipe da música oficial da copa! Não entendi por que não deixaram a música anterior no vídeo abaixo, que permeia a solidariedade descrito no seu refrão.

“Conhecemos a verdade, você é nossa equipe!

E ela não vai voar alto sem você

Sem você, ele nunca ganhará!”

Refrão.

Artigos publicados:
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Grupo Gerenciamento de Projetos Audiovisual. https://www.linkedin.com/groups/4970398

* Dênis Castro é cineasta, Gestor de Projetos, Editor de Vídeo, Mídias Digitais, Novos Negócios, Idealizador do Projeto # Eusoudarededobem