População pobre volta a sofrer com falta de remédios no Ambesp e policlínicas

Santos é a melhor cidade para se viver blá-blá-blá-blá. Esse é um dos mantras do prefeito Paulo Alexandre Barbosa e que encontra eco na centenária imprensa oficial.

Agora, essa “Dubai brasileira” parece existir apenas  na orla da praia. A população pobre e que necessita de remédio, por exemplo, está entregue à própria sorte e passa cada dia mais sufoco.

Vamos voltar a um tema que abordamos em outubro, ou seja, a falta de medicamentos no Ambulatório de Especialidades da Região Central Histórica (Ambesp), da Avenida Conselheiro Nébias, em Santos. Não adianta justificar a falha e atribuir esse “tipo de denúncia” à oposição, pois isso é mentira.

O caso foi repassado por gente que foi até o local e presenciou tudo isso. Um detalhe: o sistema é todo integrado. Se não tem remédio no Ambesp não há também nas policlínicas da Cidade.

Em vez de desconfiar do Blog, que tal ir até lá e perguntar onde estão os remédios para pressão alta, diabetes, colesterol alto ou diuréticos? Vai ouvir um sonoro “não tem”.

Outra alteração e que prejudicou somente os mais pobres da Cidade foi a marcação de consultas. Antes, ela era feita no balcão do Ambesp. Agora, só se marca algo por meio da Central de Vagas. O negócio passou a ser feito pelo telefone. Você passa a ficar sujeito a esperar até um conhecido de um político ou um poderoso da Cidade seja atendido na sua frente. Quem manda mais, pode mais. Isso que é avanço.

Outro lado

A Secretaria de Saúde informa que todas as policlínicas estão passando por um processo de informatização dos estoques, que ainda não está concluído. Uma vez que termine, as informações sobre os itens estarão disponíveis em tempo real, o que facilitará a reposição desses medicamentos em toda a rede. De qualquer forma a unidade em questão recebe reposição de medicamento e insumos de quinze em quinze dias.

Com relação as consultas, a Secretaria esclarece que a mudança foi feita para melhorar a gestão de agendamento e diminuir o desgaste dos pacientes nas filas, as marcações de consultas passaram a ser através da Central de Vagas, por telefone.

A conferir.

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