onde-investir-dinheiroFoto: www.konkero.com.br

As perspectivas para os jornalistas da Baixada Santista para 2017 não são nada animadoras. As poucas empresas que têm profissionais fazendo jornalismo estão cada dia menores. Do outro lado, um legião de trabalhadores sem saber o quer virá a partir de janeiro.

O atento leitor deve estar se perguntando: e os profissionais que foram contratados pelos prefeitos recém-eleitos?

Infelizmente são poucos os escolhidos. Ao contrário do que se pensa, as vagas deixadas não serão repostas, mas servirão apenas como um alento pra quem fica, ou seja, essas saídas vão salvar os empregos de quem ficou.

O que intriga a categoria é que cada vez mais o jornalismo é deixado de lado. Os jornais, por exemplo, com a desculpa que precisam cortar despesas, diminuem seu número de páginas e,consequentemente, enxugam também a qualidade. Como sair da crise oferecendo um produto menor e com menos conteúdo?

Será que a crise está no Jornalismo? Na gestão das empresas? Ou é de credibilidade mesmo? Os profissionais, hoje, são multiplataforma, ou seja, trabalham e produzem para todas as mídias. A contrapartida oferecida é salário baixo, reposição anual abaixo da inflação, falta de um plano de cargo e salários entre outras coisas.

O Jornalismo não está em crise. O interesse pela informação é inerente ao ser humano. É um produto que não se esgota, mesmo sendo maltratado há tempos.