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As pombas e as rolinhas que frequentavam a Praça José Bonifácio, em Santos, estão por aí, até em outras praias, mas se mostram muito preocupadas se em 2017 vai ter agenda nova pra todo mundo.

As regras da boa convivência dentro de uma sociedade organizada determinam que “é de bom tom” sempre que você se apresentar a alguém entregar um cartão de visita, com nome, função, telefone e e-mail.

De acordo com informações obtidas pelo Blog Santos Em Off, no início da gestão do ex-presidente Rodrigo Julião (2013-2015), a diretoria manifestou o desejo de adquirir cartões de visita. Apesar da OAB/ São Paulo oferecer isso de graça, a decisão teria sido comprar. Tipo, cores e dizeres escolhidos, a encomenda teria sido feita.

O que chama um pouco a atenção é o valor definido para a aquisição de 5 mil cartões: R$ 2,5 mil.  Não teria havido tomada de preço, algo comum neste tipo de negócio; o valor seria aparentemente muito superior ao cobrado no mercado à época, entre R$ 100,00 e 170,00 o milheiro e a empresa prestadora de serviço não tinha na sua atividade econômica a função: gráfica.

Tratamos então de algo mais ameno. Diretoria empossada em janeiro de 2013, nada melhor que dar às boas-vindas ao também recém-eleito prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, por sinal, advogado também. Uma grande oportunidade surgiu, já que o político faz aniversário no dia 9 de janeiro. Rapidamente, teria sido adquirida uma caixa de bombons da famosa marca Kopenhagen por mais de R$ 100,00. A pergunta que se faz é: pra quê?

Outra questão a ser esclarecida teria sido uma doação a um Centro Acadêmico de uma Faculdade de Direito da Baixada Santista. O valor algo em torno de R$ 500,00.

Existe uma linha tênue entre uma má gestão e uma administração à margem da lei? O que é legal e o que é imoral? Algumas perguntas que precisam ser respondidas.