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Os vereadores até que se esforçaram e enfrentaram quase três horas de reunião com os representantes dos servidores municipais de Santos (Sindserv) e o prefeito Paulo Alexandre Barbosa para discutir a greve do funcionalismo público, que completa 13 dias (nove úteis) nesta terça-feira. O Diário Oficial já está nas bancas com os detalhes do que foi oferecido.

Não dá para negar que houve um pequeno avanço, já que Barbosa, pelo menos, se dispôs a conversar e fez uma proposta que saiu do 0%. Ele ofereceu um abono de 5,35% nos meses de outubro e novembro e a incorporação deste índice em dezembro. Mais uma vez, o tucano conseguiu desagradar a categoria e a greve deve continuar.

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O presidente do Sindserv, Flávio Saraiva, lembrou que se a proposta for aceita trará uma perda de 12% ao funcionalismo. Uma assembleia na quinta-feira, dia 23, vai avaliar o que foi oferecido pela Prefeitura, mas tudo indica que a categoria vai rejeitar.

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Dentro da proposta, está o reajuste imediato de 5,35% no auxílio-alimentação e na cesta básica. Já os aposentados e pensionistas só receberão os índices da proposta da Prefeitura se possuírem a paridade de revisão com os servidores da ativa.

Os trabalhadores seguem mobilizados e estarão na Praça Mauá, nesta terça-feira, a partir das 8 horas. A conferir.