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Vida que segue. De uma coisa as pessoas não podem acusar a Prefeitura de Santos: falta de coerência. Principalmente, quando se trata dos equipamentos públicos. O Museu Pelé, em Santos, berço do maior jogador de futebol de todos os tempos, está com os dias contados. Na Bolsa de Apostas, ele pode fechar até o meio do ano. O atento leitor não pode esquecer das situações do Orquidário e do Aquário, bem parecida.

Sem patrocínios e subsidiado pela quebrada Prefeitura da Cidade, o Museu, que tem itens da vida do Atleta do Século XX, está abrigado na Secretaria de Turismo, e à míngua.

O Blog Santos em Off apurou que dos 14 monitores que trabalhavam no local, 12 foram demitidos. Como o caixa está zerado, os gestores públicos estão selecionando novos monitores para trabalhar, só que de graça, como voluntários. Economia é tudo.

Até o Santos FC, já pulou fora do barco,  retirou de lá o único funcionário e levou para o Memorial das Conquistas, na Vila Belmiro, que é administrado pelo Alvinegro.

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Um pequeno exemplo da situação aconteceu recentemente com uma família de Santos, que recebeu em sua casa turistas de Pernambuco. Eles foram visitar o museu. Pagaram ingresso e entraram. A funcionária orientou os visitantes a ir até o último andar e ir descendo e lendo as placas, ou seja, não havia monitor para acompanhar. Informação é tudo.

Inaugurado em junho de 2014, num imóvel do século XIX, no Largo Marquês de Monte Alegre, no Valongo, o Museu Pelé apresenta camisas, chuteiras, bolas, condecorações, troféus, bola de meia e a caixa de engraxate, entre muitos outros itens do acervo pessoal do Rei do Futebol. A conferir.