Cruz Vermelha e São Paulo Futebol Clube promovem arrecadação de alimentos em treino pré-clássico

Os torcedores do São Paulo poderão marcar um golaço neste sábado (26) e além de apoiar o time, ajudar a Cruz Vermelha de São Paulo a assistir milhares de famílias de comunidades vulneráveis de todo o Estado.

A doação de 1kg de alimento não perecível – exceto sal e açúcar, será o ingresso para a torcida acompanhar o treino antes do clássico contra o Palmeiras, marcado para este domingo (27). Serão disponibilizados 30 mil lugares, o que significa a possibilidade de arrecadação de 30 toneladas de mantimentos.

“Nossos estoques estão baixos por isso a expectativa com esta ação é muito grande. Esperamos casa cheia e muitas doações!”, disse a gerente de voluntariado da Cruz Vermelha, Aline Rosa. Alimentos básicos como arroz, feijão, fubá, leite em pó, óleo, café, macarrão e massa de tomate são extremamente importantes e garantem um auxílio qualificado. 

A entrada para o treino acontece a partir das 8h30 pelo portão 15, onde os torcedores serão recebidos pelos voluntários da instituição. A torcida poderá utilizar as arquibancadas amarela e vermelha para acompanhar a preparação dos atletas, que acontece a partir das 9h30.

A Cruz Vermelha Brasileira de São Paulo

Com mais de 100 anos de atuação no Estado, a Cruz Vermelha de São Paulo atua como parte de um movimento humanitário mundial em benefício das pessoas acometidas por desastres como enchentes, incêndios e vendavais, na capacitação em primeiros socorros e saúde comunitária. Em 2016, beneficiou cerca de 170 mil pessoas e disponibilizou 137 toneladas de doaçãos, enviadas a campanhas de ajuda humanitárias e instituições apoiadas. 

SERVIÇO:

26/08/2017 (sábado), Estádio do Morumbi

Entrada: Portão 15 (arquibancada)

Abertura dos portões: 8h30

Início do treino: 9h30

Entrada mediante doação de 1kg de alimento, exceto sal e açúcar – destinado à Cruz Vermelha de São Paulo

Presidente da Terceira Via Santista renuncia, cria grupo e vai apoiar reeleição de Roma- Confira na Coluna ” Nos Bastidores do Santos FC”

Na Coluna desta quarta-feira, vamos abordar as movimentações da oposição para as eleições no Santos Futebol Clube, em dezembro. Tem grupo novo nascendo e uma divergência que resolveu apoiar a reeleição de Modesto Roma.

Oposição se agrupando

Líderes de grupos de oposição à administração de Modesto Roma Júnior criaram o Movimento “Somos todos Santos”. O evento realizado no Centro Histórico de Santos reuniu José Carlos Peres, Orlando Rollo e Odir Cunha. Peres, por sinal, deve ser o candidato a presidente, tendo Rollo como vice. Odir Cunha parece que abriu mão de disputar a eleição para apoiar Peres.

Renunciou

A Terceira Via Santista, movimento de oposição pelo qual Orlando Rollo disputou a última eleição, teve uma importante baixa nesta terça-feira também. O presidente Alexandre Cruz simplesmente renunciou ao cargo, pegou os dissidentes e criou a Convergência Alvinegra e ainda resolveu apoiar a reeleição de Modesto Roma.

Regular

Cruz avalia a gestão de Modesto Roma como regular e vê positivamente o enfrentamento com a CBF, FPF, NIKE, Rede Globo, entre outros grupos, e que nunca na história do Santos uma diretoria foi tão combativa nesse sentido. Ele poupou Orlando Rollo de qualquer crítica, mas não acredita muito numa unificação dos grupos de oposição.

Seminário

O grupo “O Santos que Queremos” realiza no próximo sábado, dia 26, um seminário com a participação de 200 sócios do Alvinegro. Estão confirmadas as participações de Odir Cunha, Walter Schalka e Isabella Tamplin, representando a Unique Sports Marketing, que falará sore o maior programa sócio-torcedor do mundo. O evento está sendo organizado por Josiel Souza, Marcos Maldonado e Julio Cintra.

Proposta

No evento que acontece na Rua São Bento, 413, na Capital, das 9 às 17 horas, o Blog Santos Em Off apurou que será apresentado um manifesto pedindo que o Santos assume de vez a administração do Estádio do Pacaembu e que obras sejam feitas na Vila Belmiro para que ela ofereça mais conforto, traga de volta os torcedores e vire novamente um caldeirão. A conferir.

Trabalho com menores foi determinante para prisão em flagrante de acusado de pedofilia

O fato do educador-auxiliar voluntário Leonardo Ribeiro Fernandes, de 33 anos, trabalhar diretamente com crianças e a possibilidade de apagar as provas contra ele pela acusação de pedofilia foram determinantes para a prisão em flagrante, sem direito à fiança e encaminhamento à Cadeia Pública de Santos,na última quinta-feira.

Leonardo trabalha no Cais Professor Milton Teixeira, dentro do Programa Escola Total, da Prefeitura Municipal de Santos, que atende mais de 3 mil crianças por semana. Este projeto funciona no contraturno do horário escolar e um dos seus objetivos é minimizar os participantes à exposição a riscos sociais. Algo parece que deu errado.

Ele atuava lá desde fevereiro deste ano, após ter se habilitado em processo seletivo da Secretaria de Educação de Santos. A Prefeitura garante que não existe qualquer ocorrência envolvendo sua atuação.

O educador foi preso na quinta-feira passada, na Ponta da Praia, depois que o pai de um adolescente de 13 descobriu um encontro com intenção sexual entre o rapaz e o monitor. Na casa do acusado, a Polícia apreendeu uma CPU de um computador que continha vídeos de menores fazendo sexo e o celular que com fotos de crianças e conversas com teor pornográfico.

Publicamente, a Prefeitura de Santos não se manifestou sobre a prisão do acusado de pedofilia dentro de um projeto sob sua responsabilidade, se está fazendo algum tipo de acompanhamento ou sobre a existência de outros menores que foram assediados por Leonardo depois da detenção. Como estarão os pais das crianças que frequentam o Cais Milton Teixeira diante desse fato?

Ao Blog Santos em Off, a Secretaria de Educação informou que Leonardo Fernandes foi afastado imediatamente da função que exerce como forma preventiva, a fim de proteger e preservar os alunos.

Por falar em Programa Escola Total, o Blog Santos Em Off obteve a informação que a Prefeitura de Santos, que anda atolada em dívidas, está suspendendo o transporte das crianças das escolas que estudam dentro da Cidade para o Programa Escola Total, no Cais Milton Teixeira, tornando a participação quase impossível, por tratar-se, na sua maioria, por famílias pobres.

Agradecimento

O Blog Santos Em Off foi criado em dezembro de 2016. Nesta segunda-feira, depois da publicação de 177 textos, chegamos à marca de 105 mil visualizações. Fica aqui meu agradecimento a todos que apoiaram este projeto e a promessa de continuar exercendo com dignidade a profissão de jornalista. A conferir.

Acusado de pedofilia trabalhava com milhares de crianças em projeto da Prefeitura de Santos

A notícia foi publicada, mas pareceu, infelizmente, um corriqueiro caso de pedofilia. Em alguns lugares, o acusado apareceu como motorista ou instrutor de escola em local desconhecido, mas na verdade, Leonardo Ribeiro Fernandes, de 33 anos, é educador-auxiliar voluntário, no Cais Professor Milton Teixeira, dentro do Programa Escola Total, da Prefeitura Municipal de Santos. É isso mesmo. Um acusado de pedofilia trabalhava dentro do projeto da Prefeitura que atende mais de 3 mil crianças por semana.

Ele atuava lá desde fevereiro deste ano, após ter se habilitado em processo seletivo da Secretaria de Educação. A Prefeitura garante que não havia qualquer ocorrência envolvendo sua atuação.

Leonardo foi preso na quinta-feira passada, na Ponta da Praia, depois que o pai de um adolescente de 13 descobriu um encontro entre o rapaz e o monitor.

O que causa estranheza é que a Prefeitura de Santos, simplesmente, comprou a versão da imprensa e não se deu ao trabalho de informar publicamente que o acusado convivia diariamente mais 12 mil crianças por mês e que possam existir outros casos semelhantes ao que acarretou a prisão do monitor. Como estarão os pais das crianças que frequentam o Cais Milton Teixeira?

Ao Blog Santos em Off, a Secretaria de Educação informou que Leonardo Fernandes será afastado imediatamente da função que exerce como forma preventiva, a fim de proteger e preservar os alunos.

Escola Total

O Programa Escola Total surgiu em 2006, com o desafio de implementar a Educação Integral no município de Santos. A Educação Integral tem sido um ideal presente na legislação educacional brasileira e nas propostas voltadas à educação em nosso município. A ampliação do tempo na escola não garante por si só a integralidade do desenvolvimento do aluno. Faz-se necessário promover a sua essência e construir uma educação que emancipe e forme o indivíduo em uma perspectiva humana global que considere suas necessidades educativas e sociais.

A educação integral prevê uma nova organização curricular que compreenda as necessidades da comunidade escolar, propicie a participação comunitária, valorize as características do entorno em uma gestão democrática e emancipatória.

A qualidade do atendimento às crianças e aos jovens no Programa Escola Total é garantida pela diversidade de vivências que tornam a experiência inovadora e sustentável, por meio de atividades e oficinas lúdico-pedagógicas nas áreas de esportes, arte e cultura, minimizando sua exposição a riscos sociais e, consequentemente, melhorando seu rendimento escolar.

Cais

O Cais Milton Teixeira, localizado na Avenida Rangel Pestana, 150, ao lado do Arena Santos, no bairro Vila Mathias, é um polo de formação que tem se destacado na qualificação de pessoas da cidade e revelado a vocação para a arte em muita gente. O complexo abriga os cursos do Núcleo de Formação do projeto Fábrica Cultural, com alunos das escolas de Música, Artes Visuais e Artes Cênicas (teatro e dança).

Com área de 4.230 m² e mais 5 mil m² de espaços externos, o equipamento, que recebe mais de 3 mil alunos por semana, é composto por três edificações. O bloco A tem 12 salas de multiuso, refeitório, cozinha, despensa, área de convivência e banheiros. O B abriga o setor administrativo, no térreo, e um auditório, no piso superior. O bloco C é formado por três salas de música e duas de dança, tablado para atividades diversas, galeria e sala de desenhos, setores administrativos, copa e banheiros.

O espaço, integrado ao ginásio Arena Santos e a salas de aula, em prédio anexo, do Programa Escola Total/Jornada Ampliada, possibilita o intercâmbio entre as secretarias de Cultura, Educação e Esportes. A conferir

 

 

 

Sindicato aponta que Prefeitura de Santos deve R$ 6 milhões à Capep e esclarece suspensão de atendimento na Santa Casa

A Prefeitura de Santos deve R$ 6 milhões à Caixa de Assistência ao Servidor Público Municipal (Capep), que deixou de pagar o convênio com o hospital Santa Casa, prejudicando cerca de 26 mil trabalhadores. A informação é do presidente do Sindicato do Funcionalismo Estatutário de Santos (Sindest), Fábio Marcelo Pimentel, que estuda a possibilidade e cobrar judicialmente esse valor.

O Sindest soube da dívida por parte do conselho administrativo da Capep, que cobrou informações de seu presidente, Eustázio Alves Pereira Filho, por meio de documentação interna. O diretor do Sindest e conselheiro da Capep José Antônio Ferreira diz que “o conselho forçou um parecer transparente da presidência porque havia desconfiança de que algo estava errado”.

A documentação, segundo Fábio e Ferreira, foi entregue por Eustázio aos conselheiros em reunião extraordinária na manhã desta quinta-feira (17). Até então, a Capep alegava não poder repassar a mensalidade variada e aproximada de R$ 700 mil porque a Santa Casa não tem certidão negativa de débitos (cnd).

Fábio e Ferreira acham que Eustázio deveria ter denunciado a dívida da Prefeitura antes de ser cobrado pelo conselho, alertando inclusive ao prefeito sobre a possibilidade de cobrança judicial. Segundo eles, a Capep é mantida com contribuições de 4% e 3% da folha de pagamento, respectivamente pela Prefeitura e pelo funcionalismo. “O não repasse desse dinheiro para a Capep consiste numa ilegalidade digna de punições judiciais diversas”, adverte Fábio. E Ferreira completa: “Isso vai além de pedaladas fiscais”.